Twitter Facebook Linkedin
Home » Notícias » Internet detém 53,5% do mercado de Vendas Diretas

Internet detém 53,5% do mercado de Vendas Diretas

WhatsApp responde por 18% das vendas do setor e 14,9% do faturamento já vêm das redes sociais

Por Redação

O público de empreendedores e clientes das vendas diretas passou a ampliar o espaço que antes era restrito apenas a catálogos e porta a porta (modalidade mais tradicional deste segmento), migrando para a internet e redes sociais. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), a internet tem participação de 20,6% nas vendas do setor. Outros 18% são representados especificamente pelo aplicativo WhatsApp e 14,9% pelas redes sociais. Com isso, 53,5% das operações passam pelas plataformas digitais, que se tornaram a modalidade número um e a que mais tem crescido nos últimos anos, permitindo que os relacionamentos e as vendas ultrapassem barreiras de localização. 

Natura se Destaca no Setor

  No Brasil, o setor conta com companhias como Natura e Avon. Pela primeira vez, a brasileira Natura & Co ocupou o 2º lugar entre as maiores empresas de venda direta no mundo, com receita de US$ 7,6 bilhões em 2020, atrás apenas da norte-americana Amway. Neste cenário, a Avon anunciou, no último mês, um novo modelo comercial, focado em ferramentas digitais. No ano passado, foram comercializados bilhões de itens (produtos e serviços) por venda direta no Brasil, que geraram um volume de negócios de cerca de R$ 50 bilhões, ou seja, 10,5% maior que em 2019. As categorias líderes são cosméticos e cuidados pessoais, representando 52%, seguidos de roupas e acessórios (22%) e alimentos e bebidas (4%). 

Crescimento do Social Selling

  As vendas por relacionamentos (também chamadas de social selling) continuam fortes e em constante crescimento em todo o mundo e, apesar da crise, o setor cresceu 10,5% em meio à pandemia. Com isso, o Brasil se manteve na 6ª posição global de vendas diretas em 2020, com 5% do total de volume de negócios do mundo, ficando atrás de Estados Unidos (20%), China (13%), Alemanha (10%), Coréia do Sul (10%) e Japão (9%).

Fonte: GiroNews