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Varejo dá sinais de recuperação em agosto

O varejo pode estar mostrando uma recuperação após o período mais crítico da pandemia. Segundo um levantamento da consultoria Elo Performance e Insights, ligada à bandeira Elo, houve um crescimento de 26% no faturamento na modalidade débito e de 4% na modalidade crédito. O período compara o mês de agosto com a média das semanas entre 5 de janeiro e 22 de fevereiro.

Os setores que mais sofreram, por outro lado, o turismo segue como o mais impactado, com queda de 46%. Em seguida, aparecem os estacionamentos, com recuo de 32%; os bares e restaurantes, com queda de 16% e os postos de combustível, com variação negativa de 6%.

O segmento mapeado como “Outros”, que engloba varejos especializados como petshops, autopeças, educação, móveis e livrarias, a alta foi de 17% em agosto.

Débito

O levantamento ainda mapeou o comportamento das modalidades de pagamentos em cada setor. No débito, o crescimento do faturamento no segmento de materiais de construção foi de 69%, seguido das lojas de departamento (53%), supermercados (36%), drogarias e farmácias (33%), vestuário (26%). No segmento classificado como “Outros” foi registrada uma alta de 25%.

Nos turismo a queda no débito foi de 33%, seguida de estacionamentos (-30%), bares e restaurantes (-13%) e postos de combustível (-3%).

Crédito

Na modalidade crédito quem mais se beneficiou foram as lojas de departamentos, com alta de 51%. Em seguida, aparecem os estabelecimentos de materiais de construção, com 39%; drogarias e farmácias (13%), supermercados (11%) e outros (2%).

Já o mais impactado negativamente também foi o turismo, com recuo de 56%, seguido de estacionamentos (-43%), bares e restaurantes (-28%), postos de combustível (-24%) e vestuário (-2%).

E-commerces

O estudo também mapeou o comportamento das vendas no crédito dentro dos e-commerces. As lojas de departamento tiveram uma alta de 144%, seguidas dos aplicativos de entrega, com 134%, supermercados (129%), farmárcias (86%), vestuário (83%), transporte (7%), TVs e serviços de streaming (1%) e outros (27%).

Fonte: Valor Invest