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Métodos “invisíveis” de pagamento ganham força no Brasil

“Pagamentos invisíveis, com desmaterialização do que usamos não é futurologia. Não é algo para os próximos 10 anos. Já está acontecendo”, afirma o presidente da Boanerges & Cia. Consultoria em varejo financeiro, Boanerges Ramos Freire, durante sua palestra “Novas experiências: pagamentos invisíveis, mais fluídos e seguros” na Cards Future Payment. Dentre os exemplos desse modelo de pagamento podem ser listados o Uber, 99 Táxi, Cabify, Netflix, Spotify, Sem Parar ou pagamentos realizados via NFC, bluetooth ou por QR CODE – muito popular na China. Os novos meios de pagamento devem ser mais cômodos do que aqueles que pretendem substituir”, Boanerges Ramos Freire

Freire reforça que essa desmaterialização, porém, não representa a extinção dos meios de pagamentos tradicionais, mas um processo de troca do físico para algo mais “eficiente”, em resposta à demanda por velocidade dos novos consumidores. Em 2007, quase metade dos pagamentos no Brasil eram realizados usando dinheiro impresso, enquanto cartões – private label, de crédito e débito – respondiam por menos de 20% dos pagamentos, hoje eles aumentaram sua participação, deixando os cheques para trás.

“A batalha para os próximos dez anos é, claramente, substituir o dinheiro”, comenta Freire. Entretanto, há desafios; o presidente da Boanerges & Cia explica que com a sofisticação dos meios de pagamentos haverá um maior risco de fraude “ é a natureza desse processo”. Além disso, as bandeiras e demais marcas vão perder contato constante com os usuários de seus produtos. “É preciso pensar em como se aproximar novamente”.

Fonte: Digital Cards