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Com fim do auxílio emergencial, brasileiro volta a priorizar itens essenciais

A empresa de inteligência de mercado Horus analisou o comportamento de compra durante os últimos seis meses para entender o impacto atual da pandemia e da situação econômica no desempenho de algumas categorias no varejo. E uma das conclusões é de que o fim do auxílio emergencial fez com que o brasileiro voltasse a priorizar a compra de itens essenciais.

No primeiro mês deste ano, a presença de alimentos na cesta de compras foi a maior do período analisado, que se inicia em julho de 2020. Por outro lado a incidência de bebidas alcoólicas no carrinho caiu ao menor patamar em seis meses. Em ambas, houve queda real no tíquete médio: o valor gasto em bebidas alcoólicas caiu 11% entre julho/20 e janeiro/21, enquanto a média desembolsada com a compra de alimentos despencou 20% no mesmo período. Essa constatação de que há mais alimentos sendo comprados, no entanto o valor gasto é menor, mostra claramente uma movimentação do shopper em busca de itens mais básicos.

Outra conclusão interessante da análise é que houve queda na média de itens de higiene e limpeza adquiridos a partir de agosto de 2020, no entanto a quantidade voltou a subir com o aumento de casos Covid-19 a partir de novembro/20, retornando ao patamar de julho/20.

As informações são obtidas pela Horus a partir dos dados de notas fiscais coletadas pelo aplicativo colaborativo PINNGO de comparação de preços. As métricas envolvem observação da presença de cada categoria nos cupons de compras, do tíquete médio de cada visita ao PDV, da quantidade de produtos adquiridos por compra e do valor médio pago por unidade.

Fonte: S.A. Varejo